Como educar uma geração que não acredita na educação como agente transformador da própria vida?

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Um erro comum na educação é acreditar que as formas e métodos que deram certo no passado vão responder às questões do presente e do futuro. O naturalista britânico Charles Darwin convenceu que o vencedor da seleção das espécies não foi o mais forte, e sim o mais adaptável. Por isso mesmo, as mudanças geracionais exigem adaptações e modificações constantes por parte dos educadores. Não que tudo tenha de ser revisto ou revogado, mas que as mudanças são necessárias e devem ser bem-vindas. A geração atual é impaciente, não espera processos e busca gratificações instantâneas. Seus relacionamentos têm vínculos de outra ordem, como os das redes sociais, além de ter dificuldades em lidar com promessas e gratificação futuras. Como a educação é processual, e isso não mudou, muitos se sentem desestimulados a acreditar e esperar pelos resultados que ela oferece. O que motiva essa sensação? Como reconfigurar os interesses pelo saber? É o tema a ser discutido nesta palestra
Público alvo: pais, educadores e alunos com mais de de 15 anos de idade.

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